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ECONOMIA

Região das Hortênsias tem a cesta básica mais cara do Rio Grande do Sul

Valor médio é de R$ 310,46; confira os detalhes

Mônica Pereira
Publicado em: 24/01/2026 às 11h:55 Última atualização: 24/01/2026 às 12h:06
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O levantamento da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul mostra que a Região das Hortênsias tem a cesta básica mais cara do Estado. O valor médio divulgado, referente a dezembro de 2025, é de R$ 310,46 – 6,6% acima da média estadual. A alta acumulada ao longo de todo o ano foi de 0,58%.

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Região das Hortênsias tem a cesta básica mais cara do Rio Grande do Sul



Região das Hortênsias tem a cesta básica mais cara do Rio Grande do Sul

Foto: Paulo Pires/GES

Na capital Porto Alegre, também no último mês do ano passado, o custo ficou em R$ 291,21. Já Jacuí Centro, que engloba cidades como Cachoeira do Sul e São Sepé, tem a cesta básica mais barata: R$ 272,22.

Os números foram divulgados pelo projeto Preços Dinâmicos, que é uma iniciativa da Receita Estadual. O boletim se baseia nos dados extraídos das notas fiscais eletrônicas.

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Levando em consideração todo o ano de 2025, outubro teve o valor da cesta básica mais baixo registrado na Região das Hortênsias, com R$ 304,49, mas chegou a R$ 316,87, em maio do ano passado.

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Os dados são compilados conforme o Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede). O Corede Hortênsias representa as cidades de Gramado, Canela, Nova Petrópolis, São Francisco de Paula, Cambará do Sul, Picada Café e Jaquirana.

Maiores variações entre os alimentos

Em todo o Estado, nos 12 grupos analisados, o de cereais e leguminosas teve a maior queda no preço médio em 2025, com recuo de 38,5% em relação ao ano anterior. A redução foi puxada principalmente pelo arroz branco, que teve queda de 41,6%, e pelo feijão preto, com retração de 39,8%, as duas maiores baixas do ano.

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Os produtos foram encontrados a preços médios de R$ 3,20 e R$ 4,99 o quilo, respectivamente. A lentilha também figurou entre os maiores recuos, com queda de 20%, sendo vendida a R$ 7,49 o pacote de meio quilo.

O grupo de aves e ovos teve forte recuo em 2025, com queda de 17,1% no preço médio. A redução foi impulsionada pela coxa de frango, comercializada a uma média R$ 9,95 o quilo, valor 22% inferior ao praticado no ano anterior. O ovo de galinha também teve forte retração, com recuo de 8%, encontrado a uma média de R$ 10 o quilo.

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Item básico da alimentação, o leite ficou mais barato em 2025. Vendido a uma média de R$ 3,39 em dezembro, o menor valor desde fevereiro de 2022, a bebida teve recuo de 19% ao longo do ano.

No sentido inverso, o item que registrou a maior alta em 2025 foi o café moído, encontrado a uma média de R$ 30,90 o pacote de meio quilo. O produto teve uma elevação de 47,21% na comparação com o ano anterior. O mamão aparece com a segunda maior alta do ano, com alta de 41,2%, sendo vendido a uma média de 11,99 o quilo.

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