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ACIDENTE AÉREO

"Quatro vidas que deixam saudades eternas": Mortes em queda de avião geram comoção no País

Prefeitura de Capão da Canoa decretou três dias de luto após tragédia na cidade do litoral norte gaúcho

ico ABCMais.com azul
Publicado em: 04/04/2026 às 11h:41 Última atualização: 04/04/2026 às 11h:42
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A morte trágica dos tripulantes e passageiros do avião monomotor que caiu em Capão da Canoa nesta sexta-feira (3) causou comoção em todo o País. Amigos, familiares, prefeituras e a empresa proprietária do avião usaram as redes sociais para lamentar as mortes.

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No desastre aéreo, morreram:

  • Débora Belanda Ortolani (Empresária)
  • Luis Ortolani (Empresário)
  • Renan Saes (Piloto)
  • Nélio Pessanha (Piloto)

Entre as manifestações de pesar, a prefeitura de Capão da Canoa decretou luto oficial de três dias. Na nota, a administração municipal diz se solidarizar com as famílias das vítimas e que compartilha “o sentimento de dor que atinge toda a comunidade”.

Vítimas da queda de avião em Capão da Canoa | abc+



Vítimas da queda de avião em Capão da Canoa

Foto: Reprodução

A postagem também agradece às equipes do Corpo de Bombeiros, Brigada Militar, Polícia Civil, Cenipa e serviços de emergência que atuaram na tragédia.

VEJA: Vítima de acidente aéreo em Capão da Canoa publicou vídeo dentro da aeronave momentos antes do acidente

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A prefeitura de Ibitinga, cidade de São Paulo, também emitiu nota de pesar pela morte das vítimas, entre elas do casal Débora e Luiz, sócios da Feira de Ibitinga, realizada no RS.

“Reconhecidos por sua atuação no setor empresarial, especialmente por sua contribuição à tradicional Feira de Ibitinga, o casal deixa um legado importante para o desenvolvimento econômico e social do município.”

A empresa Peluzzi Aviation, da qual o piloto Renan Saes era sócio, lamntou pelas “quatro vidas que deixam saudades eternas”.

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“Com profunda tristeza que nos despedimos do nosso sócio, Renan Saes, e do nosso querido amigo, comandante Nelio Pessanha. Estendemos também nossas condolencias a Débora e Luiz Ortolani, com os nossos mais sinceros sentimentos.”

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Remoção dos corpos das vítimas

Os corpos das quatro vítimas foram retirados dos escombros ontem e encaminhados ao Departamento Médico Legal (DML) de Osório, onde passarão por perícia.

Segundo o Instituto-Geral de Perícias (IGP), não há previsão para a conclusão dos exames, devido às condições em que os corpos foram encontrados. Quando finalizados, os laudos serão remetidos à autoridade policial responsável pela investigação.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) ficará encarregado de apurar as causas do acidente.

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CLIQUE PARA LER: Decolagem mais curta e com vento de cauda pode ter causado a tragédia em Capão da Canoa

No início da noite, funcionários da Prefeitura de Capão da Canoa concluíam a limpeza do local para permitir a desobstrução da via e a retomada da circulação no bairro. De acordo com o Corpo de Bombeiros, nenhum imóvel do entorno teve a estrutura comprometida, o que possibilitou o retorno dos moradores às residências próximas ao restaurante atingido.

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O acidente

O avião, com quatro pessoas a bordo, saiu do interior de São Paulo, do aeródromo de Itápolis, por volta das 6h45 pelo horário de Brasília. De lá, o voo foi direto para Criciúma, em Santa Catarina, e depois a aeronave seguiu para Capão da Canoa.

Logo após a decolagem do Aeroclube de Capão da Canoa, de onde partiram para retornar à cidade paulista, a aeronave perdeu altitude na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis e atingiu o telhado de um restaurante que estava fechado no momento do impacto.

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Câmeras de segurança da região registraram o momento em que o avião atingiu o telhado do estabelecimento.

Estavam no avião e morreram o casal de empresários Déborah Belanda Ortolani e Luiz Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e Renan Saes, sócio da empresa de aviação à qual pertencia a aeronave. Os quatro corpos foram retirados dos escombros após o trabalho de demolição.

Especialistas em aviação ouvidos pelo Grupo Sinos nesta sexta-feira apontam que dois problemas considerados graves podem ter causado o acidente: a decolagem mais curta e com vento de cauda.

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