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VALE DO SINOS

Casas condenadas pela Defesa Civil são derrubadas pela Prefeitura em Novo Hamburgo

Residências, que já estavam desocupadas, ficavam localizadas na Rua Capanema, no bairro Santo Afonso

Publicado em: 30/08/2025 às 18h:15 Última atualização: 30/08/2025 às 18h:15
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Oito casas desocupadas e condenadas pela Defesa Civil foram derrubadas pela Prefeitura de Novo Hamburgo na última sexta-feira (29). As residências ficam localizadas na Rua Capanema, no bairro Santo Afonso.

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Casas foram derrubadas pela Prefeitura no bairro Santo Afonso. | abc+



Casas foram derrubadas pela Prefeitura no bairro Santo Afonso.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial

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Segundo a Prefeitura, parte das famílias que viviam nas casas antes das operações de demolições foram atendidas pelo programa Compra Assistida e já estão instaladas em novos endereços.

O motivo das derrubadas, informa a gestão municipal, se deve às condições precárias das residências, que foram atingidas pela enchente do ano passado, podendo gerar risco para quem ocupasse novamente o espaço.

De acordo com titular da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU), Anderson Bertotti, as casas são oriundas de invasão de área pública e estão em zona de risco. “Uma das casas condenadas estava à venda. Uma prática totalmente irregular e que pode gerar problemas para um desavisado sobre a situação da residência”, afirma.

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As derrubadas de imóveis geraram volume de entulhos, que segundo Bertotti, devem permanecer no local até que toda a área pública seja ambientalmente recuperada. “Por serem resíduos inertes, de construção civil, não vão gerar a proliferação de pragas, como baratas ou outros insetos”, diz o secretário.

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O que dizem os vizinhos

Uma moradora da Rua Capanema foi surpreendida ao chegar do trabalho e ver que a antiga casa da mãe e da irmã foram derrubadas. Ediane Bombardelli, 38, reclama não ter sido avisada sobre a ação. “É área verde, mas é da minha mãe, ela trabalhou e morou aqui por trinta anos. O mínimo de respeito e consideração é enviar um aviso para preparar a pessoa”, desabafa.

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Residentes da mesma rua, Ana Maria Wibelinger, 40, e Paloma Wibelinger Martins, 20, entendem a iniciativa como positiva para a limpeza do espaço. “Tinham crianças que mexiam com o lixo e é perigoso, podendo dar doenças”, diz Paloma.

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