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Hospital de Novo Hamburgo passará por nova inspeção nesta semana após bactéria resistente ser identificada em ala

Segundo a Fundação de Saúde de Novo Hamburgo, equipes do hospital se reuniram na tarde desta segunda-feira (11) para avaliar como anda o processo de desinfecção da UTI Adulto

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Publicado em: 11/08/2025 às 22h:16
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Fechada há uma semana, a UTI Adulto do Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH) pode reabrir nos próximos dias. O local precisou ser temporariamente interditado após a identificação da presença da superbactéria Acinetobacter baumannii — microrganismo que pode apresentar alto risco de infecção, especialmente em pacientes hospitalizados.

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Hospital Municipal | abc+



Hospital Municipal

Foto: Arquivo GES

Segundo a Fundação de Saúde de Novo Hamburgo (FSNH), equipes do hospital se reuniram na tarde desta segunda-feira (11) para avaliar como anda o processo de desinfecção do local. Uma nova inspeção foi marcada para terça (12) para verificar a possibilidade de reabertura na quarta (13).

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No entanto, a Fundação ressalta que nada foi definido até o momento. De modo geral, estima-se que leve em torno de 15 dias o protocolo de desinfecção.

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A Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) enfatiza que, assim que foi confirmada a presença da bactéria, os órgãos competentes de fiscalização sanitária, tanto do Município quanto do Estado, foram oficialmente comunicados e as medidas regulatórias necessárias foram adotadas. Ainda na semana passada, foram adotadas ações de contenção.

Medidas

Foi restringida a entrada de novos pacientes e reforçado com as equipes assistenciais e de apoio a adoção de medidas de bloqueio epidemiológico e higiene das mãos. Foi também feito exame de rastreio para avaliar colonização de pele pela bactéria para os demais paciente expostos na UTI.

O local foi higienizado do teto ao piso, incluindo as paredes. Todos os equipamentos da área também passaram por limpeza.

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Quanto aos pacientes com infecção por Acinetobacter baumannii, é feito tratamento específico com antibióticos escolhidos conforme o exame de sensibilidade da bactéria. Em casos resistentes, podem ser necessários medicamentos de uso restrito e acompanhamento especializado com a equipe da infectologia, além de medidas de isolamento para evitar novas transmissões no hospital.

Identificação da bactéria

Nos dias 11 e 15 de julho, a UTI recebeu pacientes já portadores dessa bactéria. Os enfermos, inclusive, já se encontravam com medidas de precaução instaladas.

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O primeiro caso de transmissão cruzada dentro da ala aconteceu no dia 16 de julho, e o segundo no dia 22 do mesmo mês — quando medidas de contingenciamento foram iniciadas após comunicação aos coordenadores da UTI, intensificação das medidas de precaução de contato e diminuição do fluxo de pessoas no setor.

Pacientes realocados

Dos sete pacientes que estavam internados na ala, quatro foram infectados. Todos, contudo, precisaram ser realocados para a Sala Amarela da instituição, onde funciona a Unidade Neurovascular.

Conforme a Fundação, o setor, que comporta as necessidades de tratamento intensivo, foi esvaziado para receber apenas essas pessoas — que permanecem em medidas de bloqueio epidemiológico, com alerta de precaução de contato.

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Os quatro infectados, segundo o FSNH, estão recebendo tratamento específico para o combate.

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