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TARIFAÇO: ACI e Sindicato de Três Coroas defendem a indústria calçadista em Brasília; entenda as solicitações

Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas e ACI entregarão documento com demandas para combater os efeitos da tarifa Trump

Juliana Dias Nunes
Publicado em: 19/09/2025 às 13h:38 Última atualização: 19/09/2025 às 14h:33
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A região segue mobilizada para encontrar soluções que amenizem os impactos do tarifaço Trump, especialmente na indústria calçadista. O diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI- NH/CB/EV/DI/IV), Fauston Saraiva, e o executivo comercial do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICTC), Juliano Mappeli, terão uma audiência na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em Brasília/DF, na próxima terça (23).

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Setor calçadista é um dos mais afetados com tarifaço Trump | abc+



Setor calçadista é um dos mais afetados com tarifaço Trump

Foto: Divulgação/Abicalçados

A agenda havia sido solicitada pela ACI em agosto, em correspondência enviada ao vice-presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin. No documento, a entidade manifestou preocupação com os impactos da taxação de 50% imposta pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros e solicitou a adoção de medidas mitigatórias urgentes.

Na reunião com a secretária-adjunta de Comércio Exterior, Daniela Matos, os executivos vão apresentar indicadores que comprovam os efeitos do tarifaço sobre os negócios das empresas exportadores e propor que a suspensão de impostos anunciada no Plano Brasil Soberano seja convertida em isenção de tributos.

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A desoneração da folha de pagamento faz parte das solicitações. Segundo as entidades, ela é essencial para aliviar os custos trabalhistas e manter a empregabilidade, e deve ser concedida a todas as empresas exportadoras aos Estados Unidos diretamente atingidas pela taxação de 50% e à cadeia produtiva, incluindo fornecedores de insumos, logística e serviços auxiliares, para garantir uma recuperação mais ampla e inclusiva.

“É uma maneira de mostrar nossa preocupação. Viemos, juntamente com entidades como ACI e Fiergs, trabalhando para reverter ou ao menos mitigar estes efeitos. As alternativas que vamos apresentar é no intuito de trazer fôlego para enfrentar este período. Estamos levando um documento e nossa ideia é também que o calçado entre na lista de exceções na cobrança“, explica Mapelli.

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