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CASO DO FOTÓGRAFO MORTO: Polícia faz buscas para prender condenada pelo assassinato de Gustavo Gargioni

Sentenciada a 26 anos de prisão na última terça-feira, Paula Caroline Ferreira Rodrigues segue foragida

Publicado em: 12/03/2026 às 11h:47 Última atualização: 12/03/2026 às 11h:48
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A Justiça bateu o martelo na última terça-feira (10) e condenou Paula Caroline Ferreira Rodrigues a uma sentença de 26 anos e 8 meses de prisão em regime fechado pela morte do fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni.

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O crime marcou Canoas em 2015 e segue dando o que falar, mesmo após a sentença. Isso porque Paula não foi presa após a decisão judicial. Ela segue foragida, não sendo vista há dias.

Paula Caroline Ferreira Rodrigues permanece foragida da Justiça  | abc+



Paula Caroline Ferreira Rodrigues permanece foragida da Justiça

Foto: Polícia Militar de SC/Divulgação

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Diante do quadro, a Polícia Civil organiza ações pontuais na tentativa de recapturar a foragida. Paula tinha sido absolvida em 2023, mas o julgamento foi anulado em 2025, atendendo a pedido do Ministério Público.

Segundo o delegado Marco Guns, responsável pelo inquérito que culminou no indiciamento e posterior prisão da agora condenada, denúncias foram apuradas, mas não se sabe ainda do paradeiro dela.

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“Ainda não achamos, mas seguimos em buscas”, confirma. “Fomos até um endereço apontado, mas ela não estava na casa. Havia somente a irmã, então continuamos trabalhando para prendê-la.”

Paula teve o mandado de prisão preventiva expedida pela Justiça no dia 26 de fevereiro, medida tomada para garantir a presença da ré no julgamento, que acabou não sendo mais achada.

Ela foi sentenciada pelo crime de homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

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Conforme parecer do Ministério Público, Gargioni estava em um relacionando com Paula sem saber que ela namorava Juliano Biron, liderança de uma das mais perigosas facções criminosas do Estado.

Na tese da promotoria, Paula atraiu a vítima para uma emboscada, onde Juliano acabou imobilizado, agredido e posteriormente assassinado com 19 tiros na área conhecida como Praia do Paquetá.

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Sentenciados

Preso semanas após o assassinato do fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni, Juliano Biron foi condenado em 2020 a uma pena de 20 anos e oito meses de prisão.

Paula, por outro lado, acabou presa em 2016. Deveria ter sido julgada em 2020, mas houve consecutivos adiamentos da sessão do júri, que ocorreu no final de 2023.

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