A vítima de feminicídio Gislaine Reguss, de 34 anos, morta a facadas pelo companheiro em uma casa em Montenegro, na noite de terça-feira (10), era moradora de São Leopoldo.
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Foto: Polícia Civil
Segundo a Polícia Civil, uma testemunha relatou que o homem chegou ao local discutindo com a vítima, a agredindo fisicamente e, logo depois, desferiu diversas facadas contra ela. O suspeito, de 52 anos, fugiu pelos fundos do imóvel logo após o ataque.
Após a chegada da Brigada Militar, o homem foi cercado e, durante a tentativa de captura, acabou sendo baleado. Ele foi encaminhado sob custódia para atendimento hospitalar e, posteriormente, preso em flagrante.
Ele possui antecedentes criminais por tráfico, roubo e homicídio.
Semiaberto
Conforme o delegado Marcos Pepe, que acompanha o caso, o agressor era detento do sistema prisional e possuía autorização para trabalhar externamente durante o dia. Ele cumpria pena no Instituto Penal de Novo Hamburgo e deveria retornar ao local até as 22h30. O crime aconteceu por volta das 19 horas.
O local do assassinato foi isolado para os trabalhos da perícia técnica, que deve fornecer novos detalhes para o inquérito policial.
Segundo a Polícia, a vítima não possuía nenhum registro contra o agressor.
21 vítimas
O Rio Grande do Sul já soma 21 mulheres que foram mortas por causa do seu gênero ou em contexto de violência doméstica e familiar.
A vítima anterior a entrar nesta triste estatística é Silvana Germann de Aguiar, que está desaparecida desde 24 de janeiro, em Cachoeirinha. O crime, apesar de seguir em investigação, é tratado como feminicídio. O principal suspeito pelo sumiço de Silvana é o ex-companheiro dela.
Violência contra a mulher é crime, denuncie
SILÊNCIO APRISIONA. INFORMAÇÃO LIBERTA. DENUNCIE! LIGUE 180.

Foto: Grupo Sinos
- Polícia Civil – 197
- Disque-Denúncia – 181
- Brigada Militar – 190
Em caso de gatilho, procure ajuda
O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas por dia.
O CVV tem cerca de 3 mil voluntários e atende aproximadamente 8 mil ligações por dia.
Telefone do CVV: 188
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