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PORTO ALEGRE

Perna humana é encontrada às margens do Guaíba; caso pode ter relação com corpo em mala

Polícia Civil acredita que a perna possa ser da mulher que teve o corpo esquartejado e teve partes espalhadas pela capital

Publicado em: 06/09/2025 às 15h:39 Última atualização: 06/09/2025 às 15h:39
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Uma perna humana apareceu na manhã deste sábado (6) às margens do Guaíba, na orla de Ipanema, na zona sul de Porto Alegre. A parte do corpo humano foi encontrada apenas cinco dias após o tronco de uma mulher ser achado dentro de uma mala na rodoviária da capital.

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Orla de Ipanema, em Porto Alegre | abc+



Orla de Ipanema, em Porto Alegre

Foto: Google Street View

A Polícia Civil acredita que a perna possa ser da mulher que teve o corpo esquartejado. “A confirmação de relação com as demais partes localizadas depende de perícia técnica”, explica o delegado Leandro Bodoia, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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O caso do corpo em mala

No dia 20 de agosto, usando máscara cirúrgica, luvas de lã, boné, óculos de grau e traje esportivo, o suspeito deixou a bagagem às 20h12 na rodoviária.

No início desta semana, o mau cheiro que vinha do guarda-volumes chamou a atenção. Na manhã de segunda-feira (1º), empregados da rodoviária abriram a bagagem e se depararam com parte de um corpo.

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A Polícia iniciou uma investigação e confirmou que o tronco era da mesma vítima que teve os braços largados dentro de uma sacola na Rua Fagundes Varela, no bairro Santo Antônio, também na capital, no dia 13 de agosto. O caso aconteceu uma semana antes da mala ser deixada na rodoviária.

VEJA: Corpo em mala: Esquartejador de mulher se inspirou em crime de 1928

A cabeça ainda não foi encontrada. A Polícia acredita que o homem planejava um terceiro ato, no qual descartaria o crânio em algum outro local público da capital.

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Os restos mortais apontam que a vítima era uma mulher de baixa estatura, com idade em torno de 50 anos e robusta. Ela ainda não foi identificada.

CONFIRA: Corpo em mala: Entenda como publicitário estava solto após condenação por matar e concretar mãe em armário 

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Suspeito é publicitário de 66 anos

O publicitário Ricardo Jardim, de 66 anos, é o principal suspeito de matar a namorada que teve partes do corpo espalhadas por Porto Alegre. Ele foi preso na noite de quinta-feira (4). Em 2018, Jardim já havia sido condenado por outro crime: ele matou e concretou o corpo da mãe no apartamento onde moravam. 

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