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CENTRAL DE VERÃO

Depois do mar caribenho e da ressaca, veranistas encaram o vento nordestão no litoral gaúcho

Nordestão chegou com força na tarde desta terça-feira (6), quando a ressaca que deu sinais de trégua

Isaías Rheinheimer
Publicado em: 06/01/2026 às 18h:53 Última atualização: 06/01/2026 às 18h:53
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Quem está pelo litoral norte desde os primeiros dias de 2026 já viveu, em um curto espaço de tempo, diferentes cenários típicos do verão gaúcho.

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A partir desta terça-feira (6), o veranista que havia experimentado o chamado mar caribenho na virada do ano e enfrentado a ressaca do mar ao longo dos últimos dias, passa a conviver com outro fenômeno bem característico do litoral: o vento nordestão, que começou a soprar com mais força, especialmente na beira-mar.

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Depois do mar caribenho e da ressaca, veranistas encaram o vento nordestão | abc+



Depois do mar caribenho e da ressaca, veranistas encaram o vento nordestão

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

O nordestão chegou com força na tarde desta terça-feira, quando a ressaca que atrapalhou as pretensões da maioria dos veranistas desde a madrugada de domingo (4) deu sinais de trégua. O mar começou a apresentar maior estabilidade, mas o vento passou a dominar, exigindo nova adaptação de quem queria aproveitar a praia.

No balneário de Nova Tramandaí, valeu de tudo para permanecer na beira-mar. Quem não teve muita paciência preferiu fechar o guarda-sol. Quem decidiu manter o acessório aberto, teve que improvisar amarrando-o ou segurando com as mãos para evitar que fosse levado pela ventania.

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LEIA MAIS: Além do mar e do sol: Veranistas opinam sobre o que não pode faltar na beira-mar

Morador de São Leopoldo, o autônomo Willian Hartz, de 32 anos, encarou a mudança no tempo com bom humor. “O nordestão bateu, mas não tira ninguém da praia. Vamos ficar aqui e encarar esse vento. Pra quem já encarou ressaca, em todos os sentidos, esse vento é o de menos”, disse, de forma descontraída.



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Já o empresário Maurício de Souza, 33 anos, natural de Novo Hamburgo e atualmente morador de Encantado, relatou que a permanência na areia exige atenção constante. “Só dá para ficar com o guarda-sol aberto se ficar segurando. É o que estou fazendo. A verdade é que tem que aproveitar o que dá da praia nesta semana. Perdemos o mar caribenho, mas vivemos a ressaca e, agora, o nordestão, mas faz parte”, conta.

Prática esportiva voltou com chegada do vento

Se para parte dos veranistas o vento forte representa um incômodo, para outros ele é um convite. Com a chegada do nordestão, esportes que dependem da força do vento voltaram a aparecer no litoral.

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Depois do mar caribenho e da ressaca, veranistas encaram o vento nordestão

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

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Desde a virada do ano, as pranchas com velas não eram vistas no mar entre Imbé e Tramandaí, mas na tarde desta terça-feira pelo menos dois praticantes de kitesurf foram vistos aproveitando as condições favoráveis na praia de Tramandaí.

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