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Prefeitos da Região das Hortênsias devem ser ouvidos sobre demandas locais para projeto do Bloco 1 de concessão das rodovias

Gestores municipais participaram de reunião na Casa Civil; confira

Publicado em: 27/02/2026 às 16h:12 Última atualização: 27/02/2026 às 16h:12
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Preocupações com valores dos pedágios, ciclovias, melhorias na iluminação e investimento em infraestrutura viária. Esses foram alguns dos tópicos mencionados pelos prefeitos das cidades da Região das Hortênsias, sobre as necessidades locais das rodovias estaduais.

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Prefeitos da Região das Hortênsias devem ser ouvidos sobre demandas locais para projeto do Bloco 1 de concessão das rodovias



Prefeitos da Região das Hortênsias devem ser ouvidos sobre demandas locais para projeto do Bloco 1 de concessão das rodovias

Foto: Divulgação

Na quinta-feira, dia 26, os gestores municipais que integram a Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra) se reuniram com o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Junior, para falar sobre o projeto de concessão do Bloco 1, previsto pelo governo do Estado. O encontro foi articulado pelo deputado estadual Elton Weber (PSB).

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Um dos principais encaminhamentos da reunião foi o compromisso do governo do Estado em ouvir individualmente as demandas de cada cidade. A subsecretária de Parcerias e Concessões, Anna Clara Yaginuma, deverá entrar em contato com as prefeituras com o intuito de avaliar possíveis ajustes no projeto original.

Segundo Artur Lemos, a intenção é fechar as propostas preliminares em um prazo de até 15 dias para apresentação de alternativas e definição do caminho a ser seguido.

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O que citaram os prefeitos

O prefeito Daniel Michaelsen, de Nova Petrópolis, foi enfático ao declarar contrariedade à instalação de mais um pedágio entre Nova Petrópolis e Gramado, acrescentando também a importância da implementação de uma ciclovia na região.

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O prefeito de Canela, Gilberto Cezar, destacou a necessidade de infraestrutura para além do turismo. “O que mais nos preocupa em Canela é transformar a região em algo para além do turismo. Queremos atrair indústrias, por exemplo, mas para isso precisamos de estradas em melhores condições para poder ter competitividade e logística”, disse, mencionando também divergências em relação ao projeto no trecho da RS-466.

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O prefeito de Gramado, Nestor Tissot, ressaltou que não tem resistência aos pedágios existentes, mas teme impactos no acesso à cidade. “Nos preocupamos com o aumento dos pedágios para chegar até o município e o quanto isso pode impactar o fluxo na cidade”, declarou, destacando também a importância de uma terceira pista em trechos da RS-235, especialmente da divisa com Nova Petrópolis até o Centro de Gramado, além de melhorias na RS-115.

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Mudanças no projeto

Na quarta-feira, dia 25, o governador Eduardo Leite (PSD) antecipou algumas das alterações do projeto, durante evento no Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), em Porto Alegre.

O governador falou sobre a retirada da RS-040 do Bloco 1, composto originalmente por nove rodovias (RS-010, RS-020, RS-040, RS-115, RS-118, RS-235, RS-239, RS-466 e RS-474). Outra estrada que não fará mais parte da composição é a RS-466, conhecida como Estrada do Caracol, localizada em Canela, na Serra.

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Ainda, a revisão dos volumes de tráfego indicou a possibilidade de otimizar os investimentos. Portanto, o trecho de Nova Petrópolis não será mais duplicado. Duplicações serão efetivadas apenas entre os KMs 30,6 e 32,8 (Gramado, nas proximidades do Laghetto Resort Golden), além do segmento até o Santuário de Caravaggio.

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