A Copa do Mundo encaminha-se para a segunda fase com um desenho mais definido sobre os favoritos ao Mundial: Brasil, França e Argentina despontam como destaques na competição.
SIGA O ABC+ NO GOOGLE NOTÍCIAS!

Foto: Paulo Pires/GES
Campeã na última Copa no Catar, a Argentina tem como trunfo o craque Lionel Andrés Messi Cuccittini, que, aos 39 anos, se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo.
Pois foi justamente durante o Mundial em 2022, no frenesi causado pelo sucesso da Seleção Argentina, que o casal Bianca Mota, 43 anos, e Jeferson Castanho, 45, descobriu a gravidez.
Moradores de Nova Santa Rita, eles passaram, como qualquer casal, pelo diálogo em torno do nome. Se menino, Bianca diz que queria ter um Lionel. Coube ao marido insistir então que se chamasse também Messi. Surgiu, assim, o pequeno Lionel Messi Mota Castanho.

Foto: Paulo Pires/GES
“Na época, a Argentina tinha sido campeã do mundo e eu achei que seria uma ótima ideia homenagear o maior jogador do mundo depois do Pelé”, explica Castanho. “Não conheço ninguém que não goste do Messi.”
Hoje, com quase 3 anos, o Messi de Nova Santa Rita ainda não sabe amarrar os próprios cadarços, mas acompanha pela TV a primeira Copa do Mundo. Torce para o Brasil, mas ergue os braços quando dá um gol de Lionel Messi para a Argentina.
“Ele ainda é muito pequeno e não entende bem”, brinca o pai. “Assistiu à partida em que o Messi marcou três gols. Ergueu os braços, apontou e repetiu que o Messi era ele. Dizia ‘eu sou o Messi”, diverte-se.
Confusão
Segundo Bianca, por conta do nome popular, os colegas de classe brincam e as professoras se divertem na creche com o pequeno craque. Vez por outra acaba acontecendo alguma confusão, ela diz.
“Enviamos o convite para de aniversário para um amiguinho dele. O menino ficou dizendo a todo mundo que iria no aniversário de Lionel Messi”, lembra. “Acharam que ele estava mentindo. Nós precisamos esclarecer que ele realmente iria no aniversário do Messi.”
Jeferson recorda que a diversão em cima do nome do filho começou logo quando nasceu, durante o teste do pezinho, porém, aumentou com o passar do tempo, sendo que o menino chama a atenção por onde passa.
“Já no teste do pezinho, a enfermeira olhou a ficha e não acreditou no nome”, recorda. “Hoje, se ele precisa ir no posto de saúde, colocam o nome na tela e todo mundo para. Tiram fotos, brincam e postam.”
Único
Na Argentina, Messi é sobrenome. Embora existam crianças por lá que se chamem Messi. Não há, portanto, outros que se chamem Lionel Messi, uma honra que coube ao brasileiro, segundo o próprio cartório.
“Foi no cartório que explicaram que lá eles não podem se chamar Lionel Messi”, relata Jeferson. “Eu confesso que não sabia, mas gostei de saber, porque me disseram que não há outro Lionel Messi registrado no Rio Grande do Sul. O meu é único.”