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JUSTIÇA

Caso Maninha: Irmã e cunhado vão a júri pela morte de cabeleireira em Tramandaí

Quatro acusados de mandar e intermediar o assassinatda de Návia Regina Christan voltam ao banco dos réus, desta vez pelo assassinato da cabeleireira

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Publicado em: 25/06/2026 às 14h:48 Última atualização: 25/06/2026 às 14h:56
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Serão julgados pelo Tribunal do Júri, no próximo mês, os quatro acusados pela morte da cabeleireira Návia Regina Christian, em Tramandaí, no litoral norte. Entre os réus estão a irmã e o cunhado da vítima, apontados como mandantes do crime.

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O julgamento está marcado para ocorrer no dia 16 de julho, às 9h, e será presidido pelo juiz Gilberto Pinto Fontoura, da 1ª Vara Criminal. A previsão é de dois dias de julgamento. 

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Navia foi morta a tiros em seu salão de beleza | abc+



Navia foi morta a tiros em seu salão de beleza

Foto: Reprodução

Silvana Cristan e Joares Antônio Pellinson, respectivamente irmã e cunhado da vítima, respondem por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Os réus Rosane de Lima Araújo, que era manicure e funcionária de Silvana, e Robsom Araújo de Moraes Soares respondem pelo mesmo crime, com as qualificadoras mediante pagamento ou recompensa e recurso que dificultou a defesa da vítima.

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O caso

Návia, conhecida na cidade como Maninha, era proprietária de um salão de beleza, assim como a irmã dela. Ela sofreu uma tentativa de assassinato em 2017, quando teve a casa invadida e foi atingida por um tiro no rosto. Os ferimentos deixaram sequelas permanentes físicas e cognitivas. Por este crime, de tentativa de homicidio, os acusados já foram julgados e condenados no ano passado.

Meses depois dessa tentativa, em 5 de novembro de 2018, Maninha teve o salão invadido e foi morta no local, atingida por três tiros. Dois homens acusados da execução já foram julgados e condenados em 2022. Os outros quatro réus irão novamemte a julgamento, em julho, desta vez pela morte da cabeleireira.

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A irmã e o cunhado da cabeleireira são apontados pelo Ministério Público como mandantes do crime, que teria sido motivado por desentendimentos familiares. Segundo a acusação, o casal acreditava que a vítima queria prejudicá-los financeiramente. Rosane e Robsom teriam sido pagos para intermediar a contratação dos executores.

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Atualmente, a ré Silvana se encontra em prisão domiciliar. Os outros três estão presos.

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