Câmara de Novo Hamburgo retoma sessões com plenário renovado e pauta polêmica no horizonte
Após o recesso parlamentar, vereadores voltam ao plenário para definir comissões permanentes e votar projeto sobre comércio ambulante; pedido de cassação da vereadora Luciana Martins (PT) deve marca o início do semestre
Além da pauta legislativa, os parlamentares devem votar requerimentos e apresentar indicações para apreciação em plenário.
Definição das Comissões Permanentes
Um dos momentos cruciais da tarde será a escolha dos novos integrantes das oito comissões permanentes e do Conselho de Ética. Cada grupo será composto por três vereadores com mandato de um ano. Pelo regimento, o presidente da Casa, Juliano Souto (PL), não pode integrar os colegiados.
Em 2025, essas comissões foram responsáveis por quase 500 pareceres e diversas audiências públicas.
A defesa da vereadora alegou a existência de falhas técnicas e formais no processo, como prazos reduzidos, problemas na coleta de depoimentos e questionamentos quanto à composição da Comissão de Ética, especialmente pela presença de líderes do governo. Com isso, pediu a nulidade do processo. O processo deve pautar os debates políticos nas próximas semanas.
As intervenções incluíram a substituição do antigo carpete por piso laminado, melhorias no sistema de som, novos televisores de retorno e a reforma dos elevadores.
Com investimento de R$ 115 mil, operários trabalham na substituição de carpetes, modernização de som e instalação de divisórias de acrílico sobre o muro que separa o público dos vereadores.
Joceline Silveira/GES-Especial
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Com investimento de R$ 115 mil, operários trabalham na substituição de carpetes, modernização de som e instalação de divisórias de acrílico sobre o muro que separa o público dos vereadores.
Uma das mudanças que deve gerar debate é a instalação de divisórias de acrílico sobre o muro que separa a plateia do plenário, medida adotada pela presidência para aumentar a segurança dos parlamentares e evitar incidentes.
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Segundo o presidente da Casa, o objetivo foi “preservar o patrimônio público com baixo custo, priorizando a reestruturação de equipamentos já existentes”.