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CRIME BRUTAL

Caso de corretora esquartejada pode ter relação com corpo encontrado em mala em praia de SC; entenda

Corpo de Luciani Aparecida Estivalet Freitas seguem em território catarinense

Publicado em: 08/04/2026 às 16h:35 Última atualização: 08/04/2026 às 16h:40
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O caso envolvendo a morte da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, chocou o sul do Brasil pela brutalidade. Um caso que teve início como desaparecimento acabou macabro, com a morte e esquartejado da vítima por dinheiro.

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A investigação conduzida pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas catarinense revelou que o latrocínio aconteceu entre os dias 7 e 8 de março. A ocorrência de desaparecimento foi registrada no dia 9.

A corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas acabou morta em Santa Catarina | abc+



A corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas acabou morta em Santa Catarina

Foto: REPRODUÇÃO

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Um mês depois do caso vir à tona, o corpo de Luciani permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis por conta da investigação conduzida pela Polícia Técnica de Santa Catarina.

A apuração prossegue porque existem análises necessárias devido ao surgimento de um cadáver que pode ter relação com os mesmos suspeitos presos pela morte da corretora de imóveis gaúcha.

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O corpo de Alberto Pereira Araújo, 29, foi encontrado em uma mala na praia do Santinho, em Florianópolis, no dia 28 de dezembro, a poucos metros da pousada onde Luciani acabou morta.

Conforme a Polícia Científica de Santa Catarina, agora, o corpo da corretora passa por análise genética e toxicologia, visando verificar ainda a possível presença de substâncias, como drogas ou medicamentos.

Luciani nasceu em Alegrete e foi criada em Canoas, onde a família pretende realizar o sepultamento.

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Angústia

Irmã de Luciani, Mônica Estivalet atualiza, por meio das redes sociais, amigos e parentes com informações pertinentes relacionadas ao caso de desaparecimento que se transformou em crime hediondo. Ela lamentou ainda não ter conseguido garantir a despedida que a irmã merecia.

“Cada dia que passa, é um sofrimento para nós”, escreveu. “A demora tem nos impedido de seguir em frente. Estamos vivendo um luto interrompido”, desabafou em uma postagem no Instagram.

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Entenda o crime

Foi no dia 11 que o corpo esquartejado de Luciani foi encontrado em Major Gercino, em Santa Catarina.

Três pessoas foram presas, suspeitas de envolvimento no crime: a administradora da pousada onde Luciani morava, um vizinho de porta da corretora e a namorada dele.

Segundo a Polícia Civil, o casal era “vizinho de porta” da vítima, e teria sido responsável pelo roubo seguido de morte da corretora. Acabaram presos no Rio Grande do Sul.

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Um adolescente de 14 anos também estava envolvido e acabou igualmente na cadeia. A polícia chegou até ele por meio de compras efetuadas com o CPF e o cartão da vítima.

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