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SAPUCAIA DO SUL

14ª Feira do Conhecimento tem seu início na Praça General Freitas com mais de 60 escolas

Com 70 projetos em cada dia, a Feicon tem 210 trabalhos inscritos que concorrem à participação na Mostratec

Publicado em: 12/08/2025 às 20h:00 Última atualização: 12/08/2025 às 20h:01
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A 14ª Feira do Conhecimento (Feicon) teve a sua abertura na tarde desta terça-feira (12). Pela primeira vez o evento, que segue até esta quinta-feira (14), ocorre na Praça General Freitas, com o objetivo de possibilitar que a comunidade confira os projetos dos estudantes com mais facilidade.

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A Feira é conhecida por selecionar os projetos que participam da Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), em Novo Hamburgo. De acordo com o secretário da Educação sapucaiense, Juliano Carvalho Rodrigues, as participantes são 32 escolas municipais, 24 particulares e seis estaduais, com um total de 210 projetos (70 em cada dia).

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“Precisamos celebrar os nossos pequenos cientistas. O nosso prefeito [Volmir Rodrigues] teve um acidente com seu filho e não pôde comparecer, mas a gestão municipal investe muito em educação e o entendimento é que a ciência e a tecnologia no setor são uma prioridade”, comenta Carvalho.

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Representando o legislativo municipal, o vice-presidente da Câmara, vereador Cléber Rachel, destacou a importância do evento e sua realização em local acessível. “Fico muito feliz em ver a máquina pública funcionando em prol de nossas crianças e adolescentes, que os próximos dias sejam de muitas descobertas e alegrias.”

Pequenos cientistas

Um dos projetos desta terça era A Lagarta e a Borboleta, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Francisco Greiss, do bairro Walderes, orientado pela professora Rita de Cássia Rosas da Silva. Nele, as alunas de seis anos Lavínia Stankievicz Barreto, Maria Cecília da Fontoura Ribeiro e Marjorie Velleda Santos aprenderam sobre os organismos das borboletas.

Marjorie conta o que aprendeu. “As asas coloridas das borboletas na verdade são escamas”, diz. “E elas usam as asas para saborear”, explica Maria.

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A Escola de Educação Infantil Rá Tim Bum, do bairro Vargas, participou com o projeto Pintando com a Natureza, orientado pela professora Eduarda Rohers para os alunos Cecília Lacerda, de 3 anos, e Joaquim Gonçalves,de 4. “Eu quis procurar uma forma de pintar sem utilizar apenas a folha de ofício e o pincel, então substituímos essas por itens como folhas e galhas de árvore, por exemplo. A arte é muito importante para eles poderem se expressar e desenvolver a criatividade, além de contribuir com a coordenação motora e outros aspectos”, afirma a professora.

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A Associação Criança Segura inscreveu o projeto Musicalização, Sons e Movimentos, orientado pela professora Emanuelly Cezar e também pela psicóloga Claudia Rosângela da Silva Matos, que envolveu Lívia Pina de Sá, Fernando Festinalli Garcia e Ravi de Oliveira Luwing, todos de dois anos.

“A gente fez uma atividade referente a ritmos, em que eles gostaram bastante de sair em roda cantando, conversando… e através disso a gente se inspirou para o projeto”, descreve Emanuelly.

“Eles trabalham com instrumentos como o chocalhinho, o tambor, o violão… eles desenvolvem todas as habilidades por meio do projeto, a curiosidade, a motricidade fina, motricidade ampla e todos os sentidos”, comenta a psicóloga.

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