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PROJETO DE LEI

Guarda compartilhada de pets em caso de divórcio é aprovada no Senado; veja o que pode mudar

Proposta depende agora da sanção presidencial para começar a valer

Publicado em: 02/04/2026 às 11h:31 Última atualização: 02/04/2026 às 17h:08
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O Senado Federal aprovou um projeto de lei que prevê a guarda compartilhada de animais de estimação em caso de separação do casal tutor. A proposta segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Guarda compartilhada de animais de estimação é aprovada pelo Senado | abc+



Guarda compartilhada de animais de estimação é aprovada pelo Senado

Foto: Anastasia Shuraeva/Pexels

A medida, aprovada na terça-feira (31), vale para pets que passaram a maior parte de suas vidas com o casal. Caso ocorra o fim do casamento ou união estável, a custódia e as despesas com o animal devem ser divididas de forma equilibrada.

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Como vai funcionar?

Os tutores podem recorrer à Justiça para garantir a guarda compartilhada. O período de convivência com o pet será dividido de acordo com as condições financeiras, de moradia, de cuidado, além da disponibilidade de tempo.

As despesas de alimentação, higiene e cuidado, como consultas veterinárias e medicamentos, serão divididas igualmente entre os tutores. Se um deles renunciar ao compartilhamento de custódia, ele perderá a posse do animal, sem direito a indenização. Ele terá de pagar as despesas do pet até a data da renúncia.

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O tutor pode perder a guarda de forma definitiva e sem indenização caso descumpra reiteradamente e sem justificativa os termos da custódia. Além disso, o juiz pode negar a guarda compartilhada caso identifique maus-tratos contra o animal, ou histórico ou risco de violência doméstica. Nesse caso, o agressor perde a posse do pet.

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